quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O Projeto de Lei PLC 122/2006

O Projeto de Lei PLC 122/2006, que glorifica o homossexualismo e pune como criminosos os que se opuserem a essa prática, foi aprovado às pressas na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado e pode ser votado a qualquer momento na Comissão de Direitos Humanos (CDH) da mesma Casa.

O golpe foi dado pela relatora senadora Fátima Cleide (PT/RO) na sessão do dia 10 de novembro. Estava prevista a realização de uma audiência pública sobre a matéria. Por isso, ninguém esperava que a votação pudesse ocorrer imediatamente.

No entanto, naquele dia a senadora apresentou o requerimento nº 96, de 2009 (item 61 — extrapauta) solicitando a dispensa da audiência pública. O requerimento foi aprovado. Imediatamente, o projeto (PLC 122/2006) foi posto em votação (item 62) e aprovado.
Não é de se estranhar a manobra feita para aprovar uma das principais bandeiras do PT e um dos principais itens do programa de governo do presidente Lula: tornar criminosos os "homofóbicos" (opositores do homossexualismo).

O que é estranho é que a manobra tenha sido acolhida sem protestos por nenhum dos membros da CAS. Os protestos só vieram no dia seguinte em reunião do plenário.

Para facilitar a aprovação do projeto, a senadora Fátima Cleide propôs um substitutivo, no qual trocou o seis pela meia dúzia. Para disfarçar o essencial objetivo da proposta, que é exaltar o vício contra a natureza e punir penalmente seus opositores, a relatora acrescentou a "condição de pessoa idosa ou deficiente" entre as vítimas do "preconceito".

Se esse projeto de lei aprovado — que Deus não o permita! — o presidente o sancionará imediatamente. Começará uma época de perseguição e violência aos valores familiares e religiosos como nunca se presenciou no país. Os sacerdotes, catequistas, reitores de seminários, diretores de escolas religiosas, pais e mães de família, enfim qualquer pessoa de bom senso que não se conforme em tratar com naturalidade aquilo que é antinatural será convertido em criminoso. As sanções pecuniárias serão destinadas a financiar "campanhas educativas" (sic) contra a "discriminação".

É de se notar que a lei trata a oposição ao homossexualismo não só como crime, mas como uma falta de "educação". Educar, segundo a lei, significa constranger a população a aceitar passivamente a subversão da ordem natural.

A história não pára aí. O projeto, já aprovado na CAS, foi agora enviado à CDH (Comissão de Direitos Humanos).

Adivinhe quem o presidente da CDH, Senador Cristóvão Buarque, escolheu como relator da matéria.
Acertou: a própria senadora Fátima Cleide (PT/RO)! Obviamente o seu relatório será o mesmo que o que foi aprovado na CAS.

O PLC 122/2006 pode ser posto em votação e aprovado na CDH a qualquer momento, da mesma forma como foi votado e aprovado na CAS!
O que você pode fazer?

* Telefonar gratuitamente para o Alô Senado (0800 612211) e enviar uma mensagem aos membros da Comissão de Direitos Humanos para que votem pela rejeição total do PLC 122/2006.

* Participar da enquete em http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0 e responder NÃO à pergunta: "Você é a favor da aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que pune a discriminação contra homossexuais?"

* Enviar uma mensagem para os membros da Comissão de Direitos Humanos (CDH) em http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/?page=alo_sugestoes&area=alosenado. Por exemplo:

"Solicito aos senadores membros da CDH que votem pela rejeição total do PLC 122/2006, que glorifica o homossexualismo e instaura a perseguição religiosa no país".

NOTA DE JULIO SEVERO: De acordo com informação que acabo de receber, o PLC 122/2006 já está na pauta oficial de votação da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado para esta quarta-feira (18/11) às 10h. Portanto, você precisa se mobilizar urgentemente!

sábado, 7 de novembro de 2009

Sobre a sabedoria

(Edney Paulo Gonçalves)

Vossa sabedoria é o fruto de toda sua vida física convertida em fatos e influências da sua imaginação para que seu corpo possa se adaptar aos obstáculos que a vida o impõe.

Não usarás sua sabedoria para medir quem é o maior dos humanos. Usarás para que todos cresçam. E não expressarás até que sua última gota de informação vaze em suas palavras.

Estarás apto a receber o que os outros humanos tem a oferecer para que vosso destino seja um caminho menos dificil do que foi o de quem o informou.

Estarás também apto ao direito de seguir os proprios caminhos. Mesmo que haja quem o diga que não é o correto. Pois quem se destaca etre os homens é quem não tem medo de confiar em si mesmo.

Terás o direito de chamar de sábio aquele que compartilha e espera que o questione. Terás o direito de considerar tolo o que considera sua tese como indubtável. A esse, só a piedade do Ser superior da religião que o dito cujo pertence que poderá abraçar e demonstrar certa compreensão.

Cuidarás para que seus sentidos nunca evitem a informação. Pois esse é o alimento da vossa exigente e insaciável sabedoria. A informação é um prato variado e feito de diversas formas. Deverás estar apto para degustar todos eles. O sofisticado paladar de vossa sabedoria saberá apontar qual será o alimento mais saudável para a vossa forma de viver.

Saber significa não ter medo de ensinar. Nunca deixará que um sedento pelo alimento da vossa sabedoria morra na ilusão da fome do saber. Pois ao mesmo tempo que toda informação é um alimento pelo qual vossa sabedoria é insaciável, ela torna-se também apta a compartilhar, e, entre os mais belo dos paradoxos, a partilha dessa informação também completa vosso banquete.

Sairás para o mundo, mostrará que és um humano, que tem como meio de defesa na natureza vossa consciência, ensinarás aos que pedem e também aos que não pedem, sempre estando ciente que vosso conhecimento não é a verdade que paira sobre todas as formas do Universo. E que não é preciso muita noção de tempo para saber que tudo que é agora considerado verdade, pode pela energia abstrata que rege em todos os fatores fisico-quimicos de nossa vida pode se alterar, ou até mesmo não mais ser.